(Fortaleza, CE, 1957 – São Paulo, SP, 1993)
José Leonilson Bezerra Lima, conhecido internacionalmente como Leonilson, é um dos artistas mais singulares, sensíveis e influentes da geração 80 na arte contemporânea brasileira. Nascido em Fortaleza e radicado em São Paulo desde a infância, construiu uma poética profundamente autobiográfica que transformou a fragilidade, a dor, o amor e a solidão em uma das linguagens mais marcantes da visualidade latino-americana da segunda metade do século XX.
A poética visual de Leonilson destaca-se pelo uso delicado da linha, da palavra e do tecido. Em suas pinturas, desenhos e, sobretudo, em seus bordados executados nos últimos anos de vida, o artista utilizou materiais têxteis — muitas vezes associados ao universo doméstico ou feminino — para inscrever confissões íntimas, mapas afetivos, silhuetas corporais e comentários políticos sutileves. Marcada profundamente pela experiência de viver com HIV/AIDS, sua obra tardia adquiriu uma urgência poética comovente, onde o fio e a agulha funcionavam como suturas visuais para a vulnerabilidade do corpo e da alma humana.
Reconhecido postumamente como um mestre incontestável da arte contemporânea global, Leonilson teve sua obra celebrada em importantes retrospectivas internacionais e integrada a acervos de museus de prestígio mundial, como o Museum of Modern Art (MoMA) em Nova York e a Pinacoteca de São Paulo. Seu legado permanece vivo como um testamento de coragem lírica e absoluta sinceridade estética.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais:
– Galeria Thomas Cohn (São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil – Diversas edições nas décadas de 1980 e 1990)
– Americas Society (Nova York, EUA, 1999 – Exposição póstuma de destaque internacional)
– Centro Cultural São Paulo – CCSP (São Paulo, Brasil, 1995 – Mostra retrospectiva)
– Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil, 2006 – Grande retrospectiva institucional)
– MoMA – Museum of Modern Art (Nova York, EUA, 2020-2021 – Exposição individual dedicada aos seus bordados e desenhos)
Destaques e Premiações:
– Participação de destaque na 18ª Bienal Internacional de São Paulo (1985)
– Expoente central da célebre “Geração 80”, movimento que revitalizou a pintura e a expressividade individual no circuito de arte brasileiro
– Produção de uma iconografia pioneira ao unir o bordado manual, a poesia escrita e a crônica confessional no circuito de arte contemporânea
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de referência internacional, como MoMA (Nova York), Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e em coleções particulares de grande prestígio global.
Nenhuma obra de Leonilson disponível na galeria no momento.
(Fortaleza, CE, 1957 – São Paulo, SP, 1993)
José Leonilson Bezerra Lima, conhecido internacionalmente como Leonilson, é um dos artistas mais singulares, sensíveis e influentes da geração 80 na arte contemporânea brasileira. Nascido em Fortaleza e radicado em São Paulo desde a infância, construiu uma poética profundamente autobiográfica que transformou a fragilidade, a dor, o amor e a solidão em uma das linguagens mais marcantes da visualidade latino-americana da segunda metade do século XX.
A poética visual de Leonilson destaca-se pelo uso delicado da linha, da palavra e do tecido. Em suas pinturas, desenhos e, sobretudo, em seus bordados executados nos últimos anos de vida, o artista utilizou materiais têxteis — muitas vezes associados ao universo doméstico ou feminino — para inscrever confissões íntimas, mapas afetivos, silhuetas corporais e comentários políticos sutileves. Marcada profundamente pela experiência de viver com HIV/AIDS, sua obra tardia adquiriu uma urgência poética comovente, onde o fio e a agulha funcionavam como suturas visuais para a vulnerabilidade do corpo e da alma humana.
Reconhecido postumamente como um mestre incontestável da arte contemporânea global, Leonilson teve sua obra celebrada em importantes retrospectivas internacionais e integrada a acervos de museus de prestígio mundial, como o Museum of Modern Art (MoMA) em Nova York e a Pinacoteca de São Paulo. Seu legado permanece vivo como um testamento de coragem lírica e absoluta sinceridade estética.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais:
– Galeria Thomas Cohn (São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil – Diversas edições nas décadas de 1980 e 1990)
– Americas Society (Nova York, EUA, 1999 – Exposição póstuma de destaque internacional)
– Centro Cultural São Paulo – CCSP (São Paulo, Brasil, 1995 – Mostra retrospectiva)
– Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil, 2006 – Grande retrospectiva institucional)
– MoMA – Museum of Modern Art (Nova York, EUA, 2020-2021 – Exposição individual dedicada aos seus bordados e desenhos)
Destaques e Premiações:
– Participação de destaque na 18ª Bienal Internacional de São Paulo (1985)
– Expoente central da célebre “Geração 80”, movimento que revitalizou a pintura e a expressividade individual no circuito de arte brasileiro
– Produção de uma iconografia pioneira ao unir o bordado manual, a poesia escrita e a crônica confessional no circuito de arte contemporânea
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de referência internacional, como MoMA (Nova York), Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e em coleções particulares de grande prestígio global.
Nenhuma obra de Leonilson disponível na galeria no momento.
Leonilson
(Fortaleza, CE, 1957 – São Paulo, SP, 1993)
José Leonilson Bezerra Lima, conhecido internacionalmente como Leonilson, é um dos artistas mais singulares, sensíveis e influentes da geração 80 na arte contemporânea brasileira. Nascido em Fortaleza e radicado em São Paulo desde a infância, construiu uma poética profundamente autobiográfica que transformou a fragilidade, a dor, o amor e a solidão em uma das linguagens mais marcantes da visualidade latino-americana da segunda metade do século XX.
A poética visual de Leonilson destaca-se pelo uso delicado da linha, da palavra e do tecido. Em suas pinturas, desenhos e, sobretudo, em seus bordados executados nos últimos anos de vida, o artista utilizou materiais têxteis — muitas vezes associados ao universo doméstico ou feminino — para inscrever confissões íntimas, mapas afetivos, silhuetas corporais e comentários políticos sutileves. Marcada profundamente pela experiência de viver com HIV/AIDS, sua obra tardia adquiriu uma urgência poética comovente, onde o fio e a agulha funcionavam como suturas visuais para a vulnerabilidade do corpo e da alma humana.
Reconhecido postumamente como um mestre incontestável da arte contemporânea global, Leonilson teve sua obra celebrada em importantes retrospectivas internacionais e integrada a acervos de museus de prestígio mundial, como o Museum of Modern Art (MoMA) em Nova York e a Pinacoteca de São Paulo. Seu legado permanece vivo como um testamento de coragem lírica e absoluta sinceridade estética.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais:
– Galeria Thomas Cohn (São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil – Diversas edições nas décadas de 1980 e 1990)
– Americas Society (Nova York, EUA, 1999 – Exposição póstuma de destaque internacional)
– Centro Cultural São Paulo – CCSP (São Paulo, Brasil, 1995 – Mostra retrospectiva)
– Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, Brasil, 2006 – Grande retrospectiva institucional)
– MoMA – Museum of Modern Art (Nova York, EUA, 2020-2021 – Exposição individual dedicada aos seus bordados e desenhos)
Destaques e Premiações:
– Participação de destaque na 18ª Bienal Internacional de São Paulo (1985)
– Expoente central da célebre “Geração 80”, movimento que revitalizou a pintura e a expressividade individual no circuito de arte brasileiro
– Produção de uma iconografia pioneira ao unir o bordado manual, a poesia escrita e a crônica confessional no circuito de arte contemporânea
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de referência internacional, como MoMA (Nova York), Pinacoteca de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e em coleções particulares de grande prestígio global.
ÍNDICE DE ARTISTAS
Aldemir Martins
Alejandro Lloret
Alfredo Volpi
Alice Brill
Almandrade
Almir Mavignier
Anna Maria Maiolino
Antônio Bandeira
Antonio Lizarraga
Antonio Poteiro
Arcângelo Ianelli
Armando Sendin
Arthur Luiz Piza
Barrica
Caciporé Torres
Carlos Cruz-Diez
Carlos Eduardo Zornoff
Carybé
Cássio Lázaro
Celso Oliveira
Cesar Caldas
Chico da Silva
Cícero Dias
Cildo Meireles
Clara Vogt
Claudio Souza Pinto
Claudio Tozzi
Cleber Machado
Clóvis Graciano
Descartes Gadelha
Di Cavalcanti, Emiliano
Eduardo Frota
Emanoel Araújo
Estrigas (Nilo de Brito Firmeza)
Fernando Cardoso
Floriano Teixeira
Francisco de Almeida
Frans Krajcberg
Gilberto Salvador
Inos Corradin
James Holloway
Jarbas Oliveira
José Albano
José Guedes
Kazuo Wakabayashi
Leonilson
Martis de Porangaba
Narcélio Grud
Nice Firmeza
Rafael Mendes
Raimundo Cela
Rian Fontenele
Roberto Burle Marx
Rodrigo Frota
Romero Britto
Rubens Gerchman
Rubens Ianelli
Sérvulo Esmeraldo
Siegbert Franklin
Sou Kit Gom
Tiago Santana
Tomie Ohtake
Vicente Leite
Victor Vasarely
Yutaka Toyota
Zenon Barreto
