(São Felipe, BA, 1953)
Antônio Luiz Mota dos Santos, conhecido artisticamente como Almandrade, é uma das vozes mais instigantes e rigorosas da arte conceitual, da poesia visual e da arquitetura no Brasil. Nascido na Bahia, o artista construiu uma trajetória de forte trânsito nacional e profundo engajamento com o circuito contemporâneo, mantendo vínculos expressivos com o cenário artístico do Nordeste, incluindo exibições e diálogos teóricos no Ceará. Sua formação em Arquitetura e Urbanismo (UFBA) e Licenciatura em Educação Artística moldou de maneira definitiva seu vocabulário estético, estruturado sob bases construtivas e analíticas.
A poética visual de Almandrade recusa o ilusionismo pictórico em favor da economia de meios e da contundência conceitual. Trabalhando com poesia visual, objetos, instalações, gravuras e intervenções urbanas, o artista explora a palavra como imagem e o espaço como suporte crítico. Seus trabalhos abordam frequentemente a arquitetura das cidades, a semiótica, as relações de poder e as contingências sociais por meio de formas geométricas precisas, uso frequente do concreto, do ferro e de elementos tipográficos. Como poeta e artista visual, foi um dos nomes centrais na renovação da poesia experimental brasileira a partir dos anos 1970.
Reconhecido por sua contribuição incontestável à vanguarda conceitual da América Latina, Almandrade participou de edições históricas de bienais e mostras internacionais de poesia visual. Suas obras integram importantes acervos públicos e coleções particulares dedicadas ao experimentalismo estético e à arte conceitual contemporânea.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais e Coletivas:
– Exposições individuais em galerias e centros culturais de referência em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza
– Participação em bienais internacionais e mostras coletivas de poesia visual e arte postal no Brasil e no exterior
– Exposições institucionais voltadas à reflexão sobre a arquitetura, o espaço urbano e a semiótica da arte contemporânea
Destaques e Premiações:
– Atuação de destaque como teórico, crítico de arte e ensaísta, com publicações fundamentais sobre a estética contemporânea e a poesia experimental
– Pioneirismo na articulação de movimentos de poesia visual e arte conceitual no Nordeste e no cenário nacional
– Homenagens e premiações em salões de arte contemporânea e bienais de gravura e poesia
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de arte moderna, pinacotecas, gabinetes de gravura e coleções particulares e institucionais devotadas à arte conceitual e experimental brasileira.
Nenhuma obra de Almandrade disponível na galeria no momento.
(São Felipe, BA, 1953)
Antônio Luiz Mota dos Santos, conhecido artisticamente como Almandrade, é uma das vozes mais instigantes e rigorosas da arte conceitual, da poesia visual e da arquitetura no Brasil. Nascido na Bahia, o artista construiu uma trajetória de forte trânsito nacional e profundo engajamento com o circuito contemporâneo, mantendo vínculos expressivos com o cenário artístico do Nordeste, incluindo exibições e diálogos teóricos no Ceará. Sua formação em Arquitetura e Urbanismo (UFBA) e Licenciatura em Educação Artística moldou de maneira definitiva seu vocabulário estético, estruturado sob bases construtivas e analíticas.
A poética visual de Almandrade recusa o ilusionismo pictórico em favor da economia de meios e da contundência conceitual. Trabalhando com poesia visual, objetos, instalações, gravuras e intervenções urbanas, o artista explora a palavra como imagem e o espaço como suporte crítico. Seus trabalhos abordam frequentemente a arquitetura das cidades, a semiótica, as relações de poder e as contingências sociais por meio de formas geométricas precisas, uso frequente do concreto, do ferro e de elementos tipográficos. Como poeta e artista visual, foi um dos nomes centrais na renovação da poesia experimental brasileira a partir dos anos 1970.
Reconhecido por sua contribuição incontestável à vanguarda conceitual da América Latina, Almandrade participou de edições históricas de bienais e mostras internacionais de poesia visual. Suas obras integram importantes acervos públicos e coleções particulares dedicadas ao experimentalismo estético e à arte conceitual contemporânea.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais e Coletivas:
– Exposições individuais em galerias e centros culturais de referência em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza
– Participação em bienais internacionais e mostras coletivas de poesia visual e arte postal no Brasil e no exterior
– Exposições institucionais voltadas à reflexão sobre a arquitetura, o espaço urbano e a semiótica da arte contemporânea
Destaques e Premiações:
– Atuação de destaque como teórico, crítico de arte e ensaísta, com publicações fundamentais sobre a estética contemporânea e a poesia experimental
– Pioneirismo na articulação de movimentos de poesia visual e arte conceitual no Nordeste e no cenário nacional
– Homenagens e premiações em salões de arte contemporânea e bienais de gravura e poesia
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de arte moderna, pinacotecas, gabinetes de gravura e coleções particulares e institucionais devotadas à arte conceitual e experimental brasileira.
Nenhuma obra de Almandrade disponível na galeria no momento.
Almandrade
(São Felipe, BA, 1953)
Antônio Luiz Mota dos Santos, conhecido artisticamente como Almandrade, é uma das vozes mais instigantes e rigorosas da arte conceitual, da poesia visual e da arquitetura no Brasil. Nascido na Bahia, o artista construiu uma trajetória de forte trânsito nacional e profundo engajamento com o circuito contemporâneo, mantendo vínculos expressivos com o cenário artístico do Nordeste, incluindo exibições e diálogos teóricos no Ceará. Sua formação em Arquitetura e Urbanismo (UFBA) e Licenciatura em Educação Artística moldou de maneira definitiva seu vocabulário estético, estruturado sob bases construtivas e analíticas.
A poética visual de Almandrade recusa o ilusionismo pictórico em favor da economia de meios e da contundência conceitual. Trabalhando com poesia visual, objetos, instalações, gravuras e intervenções urbanas, o artista explora a palavra como imagem e o espaço como suporte crítico. Seus trabalhos abordam frequentemente a arquitetura das cidades, a semiótica, as relações de poder e as contingências sociais por meio de formas geométricas precisas, uso frequente do concreto, do ferro e de elementos tipográficos. Como poeta e artista visual, foi um dos nomes centrais na renovação da poesia experimental brasileira a partir dos anos 1970.
Reconhecido por sua contribuição incontestável à vanguarda conceitual da América Latina, Almandrade participou de edições históricas de bienais e mostras internacionais de poesia visual. Suas obras integram importantes acervos públicos e coleções particulares dedicadas ao experimentalismo estético e à arte conceitual contemporânea.
Principais Marcos de Trajetória (CV Resumido)
Principais Exposições Individuais e Coletivas:
– Exposições individuais em galerias e centros culturais de referência em Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza
– Participação em bienais internacionais e mostras coletivas de poesia visual e arte postal no Brasil e no exterior
– Exposições institucionais voltadas à reflexão sobre a arquitetura, o espaço urbano e a semiótica da arte contemporânea
Destaques e Premiações:
– Atuação de destaque como teórico, crítico de arte e ensaísta, com publicações fundamentais sobre a estética contemporânea e a poesia experimental
– Pioneirismo na articulação de movimentos de poesia visual e arte conceitual no Nordeste e no cenário nacional
– Homenagens e premiações em salões de arte contemporânea e bienais de gravura e poesia
Coleções:
Obras presentes em acervos de museus de arte moderna, pinacotecas, gabinetes de gravura e coleções particulares e institucionais devotadas à arte conceitual e experimental brasileira.
ÍNDICE DE ARTISTAS
Aldemir Martins
Alejandro Lloret
Alfredo Volpi
Alice Brill
Almandrade
Almir Mavignier
Anna Maria Maiolino
Antônio Bandeira
Antonio Lizarraga
Antonio Poteiro
Arcângelo Ianelli
Armando Sendin
Arthur Luiz Piza
Barrica
Caciporé Torres
Carlos Cruz-Diez
Carlos Eduardo Zornoff
Carybé
Cássio Lázaro
Celso Oliveira
Cesar Caldas
Chico da Silva
Cícero Dias
Cildo Meireles
Clara Vogt
Claudio Souza Pinto
Claudio Tozzi
Cleber Machado
Clóvis Graciano
Descartes Gadelha
Di Cavalcanti, Emiliano
Eduardo Frota
Emanoel Araújo
Estrigas (Nilo de Brito Firmeza)
Fernando Cardoso
Floriano Teixeira
Francisco de Almeida
Frans Krajcberg
Gilberto Salvador
Inos Corradin
James Holloway
Jarbas Oliveira
José Albano
José Guedes
Kazuo Wakabayashi
Leonilson
Martis de Porangaba
Narcélio Grud
Nice Firmeza
Rafael Mendes
Raimundo Cela
Rian Fontenele
Roberto Burle Marx
Rodrigo Frota
Romero Britto
Rubens Gerchman
Rubens Ianelli
Sérvulo Esmeraldo
Siegbert Franklin
Sou Kit Gom
Tiago Santana
Tomie Ohtake
Vicente Leite
Victor Vasarely
Yutaka Toyota
Zenon Barreto
